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Palmyro Pimenta

Nasceu em Cuiabá-MT, aos 7 de outubro de 1891, descendendo de João Augusto Pimenta e de Francisca Edwiges Pimenta.

Seus primeiros estudos foram realizados em sua cidade natal, onde bacharelou-se em Ciências e Letras pelo Liceu Salesiano São Gonçalo, e o superior junto à Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Formado, regressou a Cuiabá.

Ocupou vários cargos públicos, tendo sido Promotor de Justiça e Delegado de Polícia da Capital. Entre os anos de 1921 a 1924, foi Juiz de Direito das Comarcas de Coxim e Rosário Oeste, assim como de Poconé.

Presidiu o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, tendo sido o primeiro Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, quando de sua criação em 1932.

Fundador e Diretor da Faculdade de Direito de Cuiabá, pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e foi presidente de honra do Grêmio Literário Álvares de Azevedo.

De cultura sedimentada, Palmyro Pimenta colaborou em inúmeros jornais e revistas da capital mato-grossense: O Estado de Mato Grosso, A Cruz, A Violeta, Anais Forenses, O Neóphito (1910), O Acadêmico, A Época (1912), O Povo (1916-1917), O Mato Grosso e Correio do Estado (1916-1924).

Seu nome foi atribuído à Escola Judiciária Eleitoral, inaugurada em 2003.

Faleceu em Cuiabá-MT, no ano de 1968.

 

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Corsíndio Monteiro da Silva

Nasceu em Cuiabá-MT, no dia 24 de abril de 1918.

Bacharelou-se em Ciências e Letras pelo Liceu Cuiabano e em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Rio de Janeiro, atuando como magistrado em Mato Grosso por um ano (1951-1952).

Em Brasília-DF, onde passou a residir a partir de 1961, integrou o Serviço Jurídico da União, com especialidade na área da Administração Pública Federal. Foi consultor jurídico da Secretaria de Planejamento da Presidência da República e do Estado Maior das Forças Armadas.

Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia de Letras de Brasília e da Associação Nacional de Escritores.

Foi agraciado com diversas medalhas e condecorações pelas Forças Armadas, pelo Exército e pela Marinha do Brasil.

Após seu falecimento, em Brasília, no ano de 2007, parte de seu acervo foi doado pela família ao Arquivo da Casa Barão de Melgaço, hoje catalogado e disponível ao público, aguardando digitalização.

Bibliografia

É autor de vasta obra literária versando sobre Direito, Língua Portuguesa e Cultura mato-grossense, tendo publicado, dentre outros:

  • Joaquim Ribeiro e a Falk-lore of Américas (1943);
  • Dois temperamentos em confronto (1947);
  • Alguns aspectos da vida de José de Mesquita (1954);
  • Caminhemos (poemas, 1958);
  • Aspectos do abandono do cargo (1958);
  • Réquiem para um amigo morto (1983);
  • Epístola a Dom Aquino Corrêa (1985);
  • Tocado pela Graça (1985);
  • O Arcebispo e as flores (1986);
  • Menestréis da beleza, da liberdade, do Direito e da Justiça (1990). 

 

 

 

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Agnaldo Rodrigues da Silva

Agnaldo Rodrigues da Silva é cacerense, Mestre e Doutor em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), com Pós-doutorado em Letras, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS).

Professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), onde foi Pró-Reitor de Ensino e Graduação, nos anos 2006-2010. Atualmente preside o Conselho Editorial da mesma instituição de ensino.

Tem larga experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura e teatro e afirma-se cada vez mais como crítico literário e escritor de ficção no gênero “contos”.

Além da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), o postulante integra as seguintes Instituições Culturais e Literárias:

Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres;
Academia Brasileira de Literatura (ABRALI), em Curitiba/Paraná;
Núcleo Internacional de Letras, em Curitiba/Paraná;
Associação Brasileira da Literatura Comparada (ABRALIC); e
Associação Brasileira dos Professores de Literaturas Africanas (AFROLIC), em Porto Alegre/Rio Grande do Sul.

Bibliografia

Apesar da pouca idade Agnaldo Rodrigues da Silva é autor de vasta obra, destacando-se os livros:

  • Projeção de mitos e construção histórica do teatro trágico (2008), e
  • O teatro mato-grossense: história, crítica e textos (2010);

E os livros de conto

  • A penumbra (2004);
  • Mente insana (2008); e
  • Dose de Cicuta (2011).

Juntamente com colegas da UNEMAT organizou alguns livros, listando-se entre eles: Diálogos literários: literatura, comparativismo e ensino (2008), Escritos culturais: literatura, arte e movimento (2011), Poéticas, Políticas e Representações Literárias (2011), Nas Entrelinhas do Texto (2012), e Estudos Literários em Perspectivas – Literatura, Arte, Ensino (2013).

Agnaldo Rodrigues da Silva é ainda autor de vários ensaios críticos em revistas acadêmicas, e antologias sobre estudos literários, e dirige e organiza a conhecida Revista ECOS – Publicação do Instituto de Linguagem, da UNEMAT, do ano de seu aparecimento em 2003 a atualidade.

 

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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