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Estevão de Mendonça

Nasceu em Santo Antônio da Barra, distrito de Barão de Melgaço-MT, no dia 25 de dezembro de 1869.

Historiador respeitado, integrou o quadro dos sócios fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, em 1919, assim como, na mesma categoria, o do Centro Mato-Grossense de Letras, ancestral da Academia Mato-Grossense de Letras, no ano de 1921.

Desde a juventude se interessou pelas letras e cultura de Mato Grosso, tendo fundado, em 1896, o Colégio Leverger. Por concurso, ingressou como docente de História e Geografia do Liceu Cuiabano, instituição onde se tornou catedrático. Nesse estabelecimento de ensino foi Inspetor Federal, por nomeação de Ramiz Galvão, à época Presidente do Conselho Superior de Ensino.

Mesmo não tendo o título de bacharel em Direito, mas detentor de sólidos e abalizados conhecimentos jurídicos, atuou como Advogado Provisionado, pertencendo aos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso.

Estevão de Mendonça teve importante colaboração nos periódicos nacionais e regionais, a exemplo do Almanaque de Mato Grosso, Almanaque do Rio Grande do Sul, Almanaque Garnier, além de significativa participação no clássico Álbum Graphico de Mato Grosso. Em conjunto com Antônio Fernandes de Souza, fundou e dirigiu a revista O Archivo, no ano de 1906, a pedido do então Presidente do Estado Antônio Paes de Barros.

Além de fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, participou, como correspondente, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Sociedade de Geografia de Lisboa, da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, dos Institutos Históricos de Alagoas, de São Paulo, do Sergipe, do Pará e do Paraná. Recebeu a Medalha Regnell da Real Academia de Ciências da Suécia.

Faleceu em Cuiabá-MT, no mesmo mês em que nasceu, aos 2 de dezembro de 1949.

Os papéis produzidos por Estevão de Mendonça foram doados pela família, juntamente com os de seu filho Rubens de Mendonça, hoje depositados no Arquivo da Casa Barão de Melgaço, dossiê Família Mendonça, hoje catalogado, digitalizado e à disposição dos pesquisadores.

Bibliografia

Sua produção intelectual foi de peso e, mesmo produzida nas primeiras décadas do século XX, é de consulta obrigatória para todos aqueles que contemporaneamente investigam a realidade regional. É o caso de:

  • Breve história sobre a imprensa de Mato Grosso;
  • E foi naquela noite de Natal;
  • Notas históricas;
  • Quadro Chorográfico de Mato Grosso, trabalho datado de 1906 e utilizado nas escolas de Cuiabá;
  • Datas Matogrossenses, compêndio volumoso que registrou detalhada e cronologicamente eventos, personalidades e lugares de Mato Grosso.

 

 

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António de Arruda

Nasceu em Cuiabá-MT, no dia 29 de agosto de 1911, filho de Sebastião Teodorico de Arruda e de Ana Maria Pinto de Arruda.

Cursou o segundo grau no Liceu Cuiabano e o bacharelado em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em Washington, se aperfeiçoou em Política e Estratégia, na Escola Superior de Guerra e Colégio Interamericano de Defesa.

Iniciou a carreira docente como professor da Escola Regimental do 16º BC, antes de iniciar seus estudos superiores no Rio de Janeiro. Retornando a Cuiabá já bacharel, ingressou no Ministério Público como Promotor de Justiça, chegando ao posto de Procurador Geral do Estado.

Incorporou-se ao Tribunal de Justiça, em 1945, como Procurador Geral, tendo mais tarde sido nomeado Desembargador, chegando a Presidir, por duas vezes, o Egrégio Tribunal de Justiça.

No âmbito da Justiça Eleitoral, ingressou como Juiz, passou a Vice-Presidente e mais tarde Presidente do TRE-MT, em profícua gestão. Presidiu também o Conselho Regional da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso.

Foi professor e fundador da Faculdade de Direito de Cuiabá, mais tarde incorporada à Universidade Federal de Mato Grosso.

Na Escola Superior de Guerra, foi chefe da Divisão de Assuntos Psicossociais; Chefe da Divisão de Assuntos Políticos, Membro da Junta Consultiva e Membro do Corpo de Conselheiros da ESG.

Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e da Federação das Academias de Letras do Brasil, instituição que veio a presidir.
Recebeu, ao longo de sua vida, inúmeras condecorações pelos serviços prestados na esfera regional e nacional.

Foi um dos fundadores e colaborador dos Anais Forenses do Estado de Mato Grosso, periódico que dirigiu e onde depositou relevantes textos para a compreensão do Direito e da Justiça.

Faleceu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 25 de novembro de 2002, sendo seu corpo transladado para Cuiabá, onde foi velado no salão nobre do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, oportunizando familiares, autoridades e amigos a prestarem-lhe a última e justa homenagem.

Bibliografia

Sua produção intelectual foi farta, competente, podendo ser citadas:

  • Leverger e Estevão de Mendonça (1953);
  • Relembranças (1952);
  • Vultos Eminentes de Mato Grosso (1976);
  • ESG: História de sua Doutrina (1980);
  • Escola Superior de Guerra (1983);
  • Relembranças (1987);
  • Um Olhar Distante (1997);
  • O Linguajar Cuiabano e outros Escritos (1998);
  • Vultos Eminentes (1999);
  • Cadeiras na calçada (2000); e
  • No Limiar dos 90 anos (2001).

 

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Eduardo Moreira Leite Mahon

Nasceu no Rio de Janeiro, aos 12 de abril de 1977, descendendo de Geraldo Martins Mahon e Carla Mahon.

Graduado em Direito, pela Universidade Federal de Mato Grosso, entre 1994 e 1999.

Cursou Especialização de Direito Processual Civil, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; e Processual Penal, pela Escola Superior de Direito. Especialista também em Direito.

Advogado, Professor Universitário de Direito Processual Penal.

Advoga em Mato Grosso, no Tribunal Regional Federal, Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal.

Já ministrou aulas na Escola Superior do Ministério Público, na Escola Superior de Advocacia, na Escola Superior de Direito, na Universidade de Cuiabá, na Universidade de Várzea Grande, na União de Ensino de Diamantino.

Ocupou as funções de Conselheiro do Tribunal de Prerrogativas e Conselheiro da Comissão de Processo Penal da OAB/MT, além de haver secretariado a Comissão de Direito Penal da mesma Seção.

Membro-Conselheiro da Comissão de Direito Penal e Processual Penal da Seccional Mato-Grossense da Ordem dos Advogados do Brasil. Sócio do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (Ibccrim), onde apoia e organiza anualmente os Seminários Internacionais de Direito Penal, em São Paulo.

Prêmios e títulos

2014 Comenda Estadual Senador Filinto Müller
2007 Título de Cidadão Várzea-Grandense, Câmara Municipal de Várzea Grande.
2007 Título de Cidadão Mato-Grossense, Assembleia Legislativa.
1999 1ª Colocação na Graduação em Direito - UFMT, Universidade Federal de Mato Grosso.
1994 1ª Colocação no Concurso Vestibular, Universidade Federal de Mato Grosso.

Instituições a que se vincula

Membro-sócio do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais – IBCCRIM e da Academia Mato-Grossense de Letras.

Bibliografia

Colaborador do Consultor Jurídico, patrocinado pelo jornal O Estado de São Paulo. Escreveu artigos especializados, como Síntese e Adcoas, além de fazer constar seus textos nos arquivos do Ibccrim; na Revista RDM (Revista de Mato Grosso) e no Portal de Notícias RDM on-line. Articulista dos jornais A Gazeta, Folha do Estado e Diário de Cuiabá.

Autor dos livros:

  • O Ministério Público de Robespierre, lançado, em 2005, no Congresso Nacional, Distrito Federal-DF;
  • Alegorias do Arquiteto, obra prefaciada por Rizzardo de Camino, grau 33 da Maçonaria;
  • Nevralgias, 2013;
  • Dr. Funério e Outros Contos de Morte, 2014;
  • O Lugar do Desejo (em parceria com a acadêmica Marília Beatriz), no prelo, com lançamento marcado para 2015; e
  • O Cambista, no prelo, com lançamento marcado para 2015.

 

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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