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António de Arruda

Nasceu em Cuiabá-MT, no dia 29 de agosto de 1911, filho de Sebastião Teodorico de Arruda e de Ana Maria Pinto de Arruda.

Cursou o segundo grau no Liceu Cuiabano e o bacharelado em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em Washington, se aperfeiçoou em Política e Estratégia, na Escola Superior de Guerra e Colégio Interamericano de Defesa.

Iniciou a carreira docente como professor da Escola Regimental do 16º BC, antes de iniciar seus estudos superiores no Rio de Janeiro. Retornando a Cuiabá já bacharel, ingressou no Ministério Público como Promotor de Justiça, chegando ao posto de Procurador Geral do Estado.

Incorporou-se ao Tribunal de Justiça, em 1945, como Procurador Geral, tendo mais tarde sido nomeado Desembargador, chegando a Presidir, por duas vezes, o Egrégio Tribunal de Justiça.

No âmbito da Justiça Eleitoral, ingressou como Juiz, passou a Vice-Presidente e mais tarde Presidente do TRE-MT, em profícua gestão. Presidiu também o Conselho Regional da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso.

Foi professor e fundador da Faculdade de Direito de Cuiabá, mais tarde incorporada à Universidade Federal de Mato Grosso.

Na Escola Superior de Guerra, foi chefe da Divisão de Assuntos Psicossociais; Chefe da Divisão de Assuntos Políticos, Membro da Junta Consultiva e Membro do Corpo de Conselheiros da ESG.

Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e da Federação das Academias de Letras do Brasil, instituição que veio a presidir.
Recebeu, ao longo de sua vida, inúmeras condecorações pelos serviços prestados na esfera regional e nacional.

Foi um dos fundadores e colaborador dos Anais Forenses do Estado de Mato Grosso, periódico que dirigiu e onde depositou relevantes textos para a compreensão do Direito e da Justiça.

Faleceu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 25 de novembro de 2002, sendo seu corpo transladado para Cuiabá, onde foi velado no salão nobre do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, oportunizando familiares, autoridades e amigos a prestarem-lhe a última e justa homenagem.

Bibliografia

Sua produção intelectual foi farta, competente, podendo ser citadas:

  • Leverger e Estevão de Mendonça (1953);
  • Relembranças (1952);
  • Vultos Eminentes de Mato Grosso (1976);
  • ESG: História de sua Doutrina (1980);
  • Escola Superior de Guerra (1983);
  • Relembranças (1987);
  • Um Olhar Distante (1997);
  • O Linguajar Cuiabano e outros Escritos (1998);
  • Vultos Eminentes (1999);
  • Cadeiras na calçada (2000); e
  • No Limiar dos 90 anos (2001).

 

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