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Ronaldo de Arruda Castro

Nasceu em Cuiabá-MT, aos 17 de março de 1941, descendendo de Rubens Mendes de Castro e Antônia de Arruda Castro.

Sua principal atividade foi no jornalismo, onde atuou com extrema lisura e competência, tendo colaborado, entre 1957 e 1960, junto aos periódicos O Momento, Folha da Tarde (Corumbá), Jornal do Comércio e O Democrata (Campo Grande), Novos Rumos (RJ) e O Semanário (RJ), Cinco de Março (GO), Diário do Oeste (GO), O Social (GO), Correio da Imprensa e O Social Democrata, ambos em Cuiabá.

No ano de 1961 foi admitido na assessoria de imprensa da UFF Leste Brasileiro, unidade administrativa da Rede Ferroviária Federal, na Bahia, passando a colaborar, como free lancer, em diversas publicações jornalística.

Em 1966 foi co-fundador do Correio da Imprensa, periódico cuiabano, assumindo a chefia de sua redação. A partir dessa época, dirigiu os periódicos O Social Democrata, Diário de Cuiabá, Equipe, dentre outros.

Lançou, em Cuiabá, o jornal A Hora, que circulou de março a julho de 1971.

No ano de 1972 foi contratado como Diretor da Assessoria de Imprensa e Relações Públicas do Serviço de Loteria do Estado de Mato Grosso – Lemat, no momento de reativação do órgão.

Entre 1980 e 1981, foi contratado, pelo convênio Incra/OCB, como assessor de imprensa da Coordenadoria Regional do Incra-MT.

No ano de 1983 lançou, com Sílvio Agnello e Marcos Antônio Moreira (Villa), o tablóide A Hora dos Municípios, editando 15 números.

Dirigiu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Mato Grosso, tendo sido reeleito em diversas gestões. Foi nomeado, em 1982, Chefe de Gabinete da Liderança do Governo na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, no ano de 1982. Lançou, com Sílvio Agnello e Marcos Antônio Moreira, o tablóide intitulado A Hora dos Municípios, de breve circulação.

Nomeado, em janeiro de 1988, assessor de imprensa do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso.

No Diário Oficial do Estado de Mato Grosso criou e dirigiu, em 1991, o D. O. Cultura, suplemento literário-cultural encartado no referido periódico, distribuído a todos os municípios de Mato Grosso.

Foi agraciado com muitos prêmios literários: Diploma do Mérito Rondon; Diploma de Consagração Pública, de Campo Grande, na categoria Revelação.

Pela sua irrefutável competência no âmbito do jornalismo e da literatura, foi agraciado, em 1967, com o Troféu Bororo.

Faleceu em Cuiabá-MT, aos 28 de agosto de 2001.

Bibliografia

Publicou o livro Cuiabanália, em 1989, integrando a Coleção Letras Matogrossenses – Série Poetas.  Parte de suas poesias foram publicadas pela Academia Mato-Grossense de  Letras, em 1996, Antologia Poética.

 

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Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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