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José Eduardo do Espírito Santo

Nasceu em São José do Rio Preto-SP, no dia 15 de outubro de 1936, descendendo de Justino Moreira do Espírito Santo e Marcília Bicalho do Espírito Santo.

Jornalista por profissão e vocação, iniciou a vida profissional como redator dos jornais A Tribuna, Diário da Tarde, Correio da Araraquarense, Diário da Região e das rádios Difusora e Independência, todos de São José do Rio Preto. Em Araraguara foi repórter correspondente do jornal Última Hora.

Em Cuiabá atuou como chefe de jornalismo e diretor da Rádio Difusora Bom Jesus, tendo sido também redator do jornal Correio da Imprensa. Colaborou como colunista de A Hora dos Municípios, Diário de Cuiabá, Correio da Semana, A Crítica e Correio de Mato Grosso. No Rio de Janeiro, jornalista correspondente de O Globo.

Na esfera televisiva foi chefe do Departamento de Jornalismo da TV Centro América.

Na política foi Vereador em São José do Rio Preto no período revolucionário, tendo, em 1964, seu mandato cassado e processado com base na Lei de Segurança Nacional.

Chegou a Cuiabá no dia 27 de setembro de 1966, para trabalhar na Rádio Difusora Bom Jesus, que era dirigida pelo monsenhor Bruno Mariano.

A partir daí, militou em vários órgãos de imprensa dos governos de Pedro Pedrossian e José Fragelli, em fins de 1960 e início de 1970. Ocupou cargos relevantes no Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, sendo, inclusive, seu presidente (1980/1986).

Foi funcionário da Universidade Federal de Mato Grosso, junto ao Núcleo de Documentação e Informação Histórica Regional - NDIHR, onde se aposentou na condição de jornalista. Nessa mesma Instituição foi relator do Grupo de Trabalho que estudou a criação do curso de Comunicação Social. Participou ativamente do Grupo de que visitou a região Norte de Mato Grosso objetivando a proposição de alternativas capazes de restabelecer a presença da Universidade Federal de Mato Grosso no município de Aripuanã.

Na categoria de sócio efetivo, pertenceu às duas instituições mais antigas de Mato Grosso, o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e a Academia Mato-Grossense de Letras.

Foi um dos autores que mais escreveu sobre a ferrovia, prenunciando sua chegada a Cuiabá. No IHGMT, publicou Iarô-Tatá: o Monstro de Chacororé. (Publicações Avulsas, 14), em 1998.

Morreu em Cuiabá, aos 3 de maio de 1998.

 

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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