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Olga Maria Castrillon-Mendes

Professora de Literatura na Universidade do Estado de Mato Grosso/UNEMAT-Cáceres-MT, dos Programas de Pós-Graduação em Estudos Literários/PPGEL/UNEMAT-Tangará da Serra-MT e PROFLETRAS/Cáceres.

Doutora em Teoria e História Literária (UNICAMP-SP), é sócia efetiva e pesquisadora do Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres/IHGC, do Grupo “RG Dicke de Estudos em Cultura e Literatura de Mato Grosso” (UFMT/CNPq), da Academia Mato-Grossense de Letras/AML e líder do Grupo de Pesquisas “Questões históricas e de compreensão da literatura brasileira” (UNEMAT/CNPq).

É autora de vários artigos, em especial sobre a literatura brasileira produzida em Mato Grosso e autora de Taunay viajante: construção imagética de Mato Grosso (Cuiabá: EdUFMT, 2013).

 

PUBLICAÇÕES

Em periódicos:

2016:

CASTRILLON-MENDES, O. M. Escritor e criação: poiesis do absoluto. Discurso de posse na AML. Cadeira nº 15. In: Revista da Academia Mato-Grossense de Letras. Cáceres-MT: UNEMAT Editora, 2016 (95-103). ISSN: 2447-021x.

CASTRILON-MENDES, O. M. Gervásio Leite: poética e política cultural em Mato Grosso. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso/IHGMT. Homenagem do IHGMT a três eméritos sócios, pelo transcurso dos Centenários de nascimento. Número 77. Cuiabá, 2016 (20-28). Publicação em CD. ISSN: 1677-0897.

CASTRILLON-MENDES, O. M. Luís Philippe Pereira Leite: memória centenária em trilogia cacerense. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso/IHGMT. Homenagem do IHGMT a três eméritos sócios, pelo transcurso dos Centenários de nascimento. Número 77. Cuiabá, 2016 (82-90). Publicação em CD. ISSN: 1677-0897.

2015:

MARTIN, V. L.; CASTRILLON-MENDES, O. M. Guimarães Rosa, Luandino Vieira e a transculturação narrativa. Revista Crioula Online (USP), v. 15, p. 5-18, 2015.

MENDES, L. C. C. & CASTRILLON-MENDES, O. M. Memórias e representações simbólicas nos discursos de fronteira. In: Revista do IHGMT. Dossiê Construções sobre o Brasil e/ou Mato Grosso. Número 76. Cuiabá, 2015 (33-50). Publicação em CD.

OLIVEIRA, J. P. & CASTRILLON-MENDES, O. M. Confluências entre presente e passado em “Mad Maria”, de Marcio Sousa. Revista “Alere” do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários/PPGEL. Tangará da Serra: Ed. UNEMAT, 2015 (239-267).

CASTRILLON-MENDES, O. M. O projeto histórico-literário e o papel do intelectual Rubens de Mendonça. In: Vilalva, W. (Org.). O discurso de margem e as fronteiras literárias. 1 ed. Cáceres: Ed. UNEMAT, 2015 (9-23).

CASTRILLON-MENDES, O. M. Sobre literatura e educação em Mato Grosso. Revista Única. Cuiabá, maio/2015. www.revistaunicaonline.com.br

CASTRILLON-MENDES, O. M. Releituras mí(s)ticas no romance brasileiro. Revista “Forma Breve” 12. Dossiê Caim e Abel: Conto e recontos (223-234). Editora da Universidade de Aveiro/Portugal, dezembro/2015. ISSN: 1645-927x (anual).

2014:

CASTRILLON-MENDES, O. M. Do relatório se fez ficção. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 10. N. 110. Rio de Janeiro: novembro de 2014 (76-79). ISSN: 1808-4001. www.revistadehistoria.com.br

CASTRILLON-MENDES, O. M. D. Aquino Corrêa e D. Pedro Casaldáliga: entre o universo telúrico, a fé e o poder. Revista “Ecos”: cultura, história, memória. V. 16. Ano XI. N. 01. Cáceres-MT: Ed. UNEMAT, 2014 (113-121). ISSN: 1806-0331(impressa); 2316-3933 (online).

SANTOS, E. F. & CASTRILLON-MENDES, O. M. Utopia e militância religiosa na poética de D. Pedro Casaldáliga. In: FERREIRA, A. M.; CASTRILLON-MENDES, O. M.; MAQUÊA, V. (Org.). Literatura, Política, Religiosidades. 1ed. Cáceres-MT: UNEMAT Editora, 2014, v. 01, p. 287-309.

2012

LUZ, L. F. & CASTRILLON-MENDES, O. M. Romance folhetim 'Era um poaieiro'. In: MACHADO, Madalena. (Org.). Um pouco acima do chão: entre ciência e arte. 1ed. Tangará da Serra-MT: Diário da Serra Editora, 2012, v. 1, p. 181-192.

SANTOS, E. F.; CASTRILLON-MENDES, O. M. Memória e véspera: o advento e o projeto literário de Pedro Casaldáliga. In: MALUF-SOUZA, O.; SILVA, V.; ALMEIDA, E.; BISINOTO, L. (Org.). Redes discursivas: a lingua(gem) na pós-graduação. 1ed. Campinas: Pontes, 2012, v. 7, p. 377-384.

CASTRILLON-MENDES, O. M. Narrativas em confronto: Taunay e a escrita da memória. Revista Alere do Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários/PPGEL. Tangará da Serra: Ed. UNEMAT, 2012 (97-120). Sobre A cidade do ouro e das ruínas.

Livros

BRASETE, M. F.; CASTRILLON-MENDES, O. M.; MAQUÊA, V. (Orgs.). Literatura, política, religiosidades. Cáceres-MT: Editora UNEMAT, 2014. 263 p. ISBN: 978-85-7911-135-8 (Resultado do convênio com a Universidade de Aveiro/PT).

FERREIRA, A. M.; CASTRILLON-MENDES, O. M.; MAQUÊA, V. (Orgs.). Literatura, tradição, religiosidades. Cáceres-MT: Editora UNEMAT, 2014. 363 p. ISBN: 978-85-7911-134-1 (Resultado do convênio PPGEL/Universidade de Aveiro/PT).

CASTRILLON-MENDES, O. M. Taunay viajante: construção imagética de Mato Grosso. Cuiabá-MT: Editora UFMT/UNEMAT, 2013.

Prefácios:

CASTRILLON-MENDES, O. M. Apresentação. In: História de Cáceres: origem, evolução, presença das forças armadas. Natalino Ferreira Mendes/IHGC. Cáceres-MT: Editora UNEMAT, 2010. 37 p. ISBN: 978-085-7911-34-4.

CASTRILLON-MENDES, O. M. Ave, palavra: entre o canto e a lira do poeta. In: Pássaro vim-vim: poesia da terra. Natalino Ferreira Mendes/IHGC. Cáceres-MT: Editora UNEMAT, 2010. 88 p. ISBN: 978-85-7911-032-0.

Capítulos de livros

2015:

CASTRILLON-MENDES, O. M. Diversidades e culturas no “Diário de viagem de Luís de Albuquerque (1772)”. Dossiê “Pelos mares da Língua Portuguesa”. Aveiro/PT: Editora da Universidade de Aveiro/Portugal, 2015 (117-130). ISBN: 978-972-789-437-6.

2013:

CASTRILLON-MENDES, O. M. & MARTIN, V. Guimarães Rosa, Luandino Vieira e a transculturação narrativa. In: Esse entre-lugar da literatura: concepção estética de fronteira. Org. Aroldo José Abreu Pinto, Benjamin Abdala Junior, Agnaldo R. da Silva. São Paulo: Arte e Ciência, 2013 (83-102). 318 p. ISBN: 978-85-8280-027-0.

CASTRILLON-MENDES, O. M. Variações em torno do discurso literário e intervenção do intelectual de margem. In: Motta, A. L. A.; Karim, J.; Bressanin, J.; Karin T.(Orgs.). Acontecimento de linguagem: espaços de significação. Campinas/SP: Editora Pontes/Cáceres: Ed. Unemat, 2013. 287 p. ISBN: 978-85-7113-497-3.

2012:

CASTRILLON-MENDES, O. M. Universalização da arte: descaminhos e conceitos. In: Ribeiro, B.; Leite, M. C. S.; Nolasco, P. S. (Orgs.). Cânone e anti-cânone. Uberlândia: EDUFU, 2012 (195-207). 230 p. ISBN: 978-85-7078-313-4.

CASTRILLON-MENDES, O. M. Taunay e a Guerra da Tríplice Aliança: entre o olhar ético e estético. In: Brasil e Paraguai: uma releitura da guerra. PERARO, M. A.; BORGES, F. T. M. (Orgs). Cuiabá: Ed. UFMT/Entrelinhas, 2012. 459 p. (87-102). ISBN:

SANTOS, E. F. & CASTRILLON-MENDES, O. M. Memória e véspera: o advento e o projeto literário de Pedro Casaldáliga. In: Redes discursivas: a linguagem na pós-graduação. Campinas-SP: Pontes, 2012. 456 p. ISBN: 978-85-7113-420-1.

CASTRILLON-MENDES, O. M. O marco e o poeta no discurso histórico-literário. In: Cáceres: história e memória. Cáceres: Ed. UNEMAT, 2012 (216-228).

Em Cáceres-MT, 19/09/2016

man

Augusto Cavalcanti de Melo

Nasceu em Passo de Camaraxibe-AL, no dia 15 de julho de 1864, descendendo de Manuel Cavalcanti de Melo e Maria Pastora Cavalcanti de Melo, proprietários rurais.

Bacharelou-se pela Faculdade de Direito de Recife, uma das mais antigas do Brasil.

De sua carreira jurídica, foi Desembargador do Tribunal da Relação de Mato Grosso.

No campo da literatura, utilizando o pseudônimo de d’Arcangelus, podem ser destacadas as seguintes produções no campo do teatro:

  • Cupanema (1922);
  • O leão cativo (1922);
  • A morte da águia (1924);
  • Elogio a Veiga Cabral (1926);
  • Xaraés (1927);
  • Drama floral (1927);
  • A visão de Caim (1927);
  • Da imitação de Cristo (1928);
  • O assalto do castelo e o barão normando (1928);
  • A morte de Gilliatt (1930);
  • O impostor (1930);
  • 22 de julho de 89 (1934);
  • Da leitura da escritura santa (1935) e
  • A beleza da mulher (1951).

 

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Francisco Alexandre Ferreira Mendes

Nasceu em Cuiabá-MT, aos 25 de junho de 1897.

Sócio efetivo e Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, no período de 1971 a 1976.

Foi professor e diretor em várias instituições de ensino cuiabanas, dentre as quais a tradicional Escola Normal Pedro Celestino.

Na vida pública, atuou como Secretário Particular do governador Fenelon Müller, em 1935, e como Diretor de Instrução Pública (hoje Secretário de Estado de Educação).

Fundou e foi primeiro administrador do Departamento de Educação e Cultura do Estado.

Escreveu em vários jornais da capital, a exemplo de A Cruz, O Estado de Mato Grosso, na revista A Violeta e atuou como correspondente dos jornais O Estado de São Paulo e O Jornal, do Rio de Janeiro. Em livro, editou Folclore Matogrossense e Lendas e Tradições Cuiabanas (1977).

Pela sua significativa contribuição à cultura e educação mato-grossenses, seu nome foi outorgado a uma das mais importantes escolas públicas estaduais de Mato Grosso, situada no Bairro Boa Esperança.

 

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Natalino Ferreira Mendes

Nasceu aos 3 de janeiro de 1924, na tradicional cidade de Cáceres-MT, descendendo de Bertholdo Ferreira Mendes e Anatália Trindade Mendes.

Seus estudos iniciais foram cursados em sua terra natal, formando-se Técnico de Comércio.

No âmbito profissional, exerceu os seguintes cargos: Auxiliar-protocolista do Tesouro do Estado de Mato Grosso; Diretor e professor do Instituto 11 de Março, curso primário, particular, em Cáceres-MT; Diretor e professor de Português do Colégio Estadual Onze de Março (Cáceres-MT); Secretário de Administração, de Desenvolvimento Social e Chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal de Cáceres.

Além da Academia Mato-Grossense de Letras, pertenceu às seguintes entidades: Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres-MT, como sócio efetivo, sendo Presidente de Honra dessa última Instituição.

Faleceu em Cáceres, aos _____________.

Méritos

Pelos seus méritos, competência e serviços prestados a Mato Grosso, foi agraciado com as seguintes insígnias:

- Diploma "Honra ao Mérito" - Fundação Mobral/Ministério da Educação e Cultura (1973);
- Diploma de participação nos festejos do bicentenário e composição da letra do Hino de Cáceres (1978);
- Diploma de "Honra ao Mérito" do Rotary Club de Cáceres pelos serviços prestados como professor e homem público (1979);
- Diploma da Ordem de Mérito Legislativo de Mato Grosso - Comenda Senador Filinto Müller - (Cuiabá, 1984);
- Diploma de "Honra ao Mérito", da Escola Estadual Onze de Março (Cáceres, 1989);
- Diploma de "Honra ao Mérito" da Câmara Municipal de Cáceres-MT (l989);
- Diploma de "Ordem ao Mérito Mato Grosso no grau de Cavaleiro” (Cuiabá, 1990);
- Diploma de Colaborador Emérito do Exército (Campo Grande-MS, 1994);
- Título de Sócio Honorário do Rotary Club de Cáceres-MT (anos rotários 1991/92 e 1993/94);
- Medalha do Pacificador - Ministério do Exército (1995);
- Moção de Louvor da Câmara Municipal de Cáceres-MT pelo lançamento do livro Memória Cacerense (1999);
- Diploma "Amigo do Batalhão", do 2º Batalhão de Fronteira de Cáceres-MT (1999);
- Comenda Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, da Câmara Municipal de Cáceres-MT - centenário de fundação (2000);
- Comenda "Memória do Legislativo", da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (2001);
- Medalha do "Mérito Maçônico" Manoel Joaquim dos Santos, Grande Oriente de Mato Grosso (2001);
- Diploma "Honra ao Mérito" da Escola Agrotécnica Federal de Cáceres-MT (s/data);
- Moção de Aplausos da Câmara Municipal de Cuiabá pelos relevantes serviços prestados à sociedade cuiabana e Mato-Grossense através da Academia Mato-Grossense de Letras (22/11/2007);
- Título de Mérito Universitário pela relevante contribuição ao desenvolvimento da cultura e serviços prestados à Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT (31/07/2009);
- Título de Mérito Acadêmico pela relevante contribuição para desenvolvimento da educação e da cultura de Cáceres-MT, conferido pela Universidade do Estado de Mato Grosso - Unemat (03/11/2009).

Bibliografia

Dentre suas publicações, destacam-se:

  • Cáceres - 191º ano de fundação - Discurso proferido no dia 06/10/1968
  • O Município de Cáceres: História, Situação, Problemas e Soluções - - Palestra proferida no Quartel do 2º Batalhão de Fronteira, no dia 21de julho de 1973;
  • História de Cáceres (Tomo I) - História da Administração Municipal , 1973
  • Cáceres - 200 Anos - Rev. IHGMT, (1978);
  • Ao Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (comemorativo aos 60 anos da Entidade) - Rev. IHGMT (1980);
  • Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres - Homenagem ao fundador de Poconé, por ocasião do bicentenário daquela cidade, RIHGMT, 1981. - Marco do Jauru (1983);
  • Dom Aquino - Culto a Maria – RIHGMT, 1985;
  • Discurso de Posse na Cadeira nº 15 da AML - 6 de março de 1987;
  • Cáceres - Raízes, Costumes e Ocupações (1988);
  • História de Cáceres (Tomo II) - Origem, Evolução. Presença da Força Armada, 1992;
  • Efemérides Cacerenses – v. I e II. Brasília: Gráfica do Senado, 1992;
  • Anhuma do Pantanal (Poesia da Terra). Passo Fundo-RS: PE. Berthier, 1993;
  • Cururu (1998);
  • Cáceres, consequência do Brasil Grande (1998);
  • Memória Cacerense. Cuiabá-MT: Carlini & Caniato, 1998;
  • Um Marco na Formação de Mato Grosso – RIHGMT, 1998;
  • Comemoração do Centenário de Nascimento do Dr. Leopoldo Ambrósio Filho (1999);
  • História de Cáceres: Administração Municipal. 2ª ed. Cáceres-MT: Ed. Unemat, 2009 (apoio Fapemat/IHGC);
  • História de Cáceres: origem, evolução, presença da força armada. Tomo II. Cáceres-MT, Ed. Unemat, 2010 (apoio Fapemat/IHGC);
  • Pássaro Vim-Vim (Poesia da Terra). Flagrantes. Cáceres-MT: Ed. Unemat, 2010 (apoio Fapemat/IHGC).

 

 

Últimas Fotos

Show de Samba na Varanda da AML
A Academia Mato-grossense de Letras recebeu mais de 300 convidados para o show de música popular brasileira.

 

Novos Acadêmicos
Jantar em comemoração a eleição dos quatro novos acadêmicos que assumirão as cadeiras vagas da AML.

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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