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Maria Cristina de Aguiar Campos

Biografia

Aguardando...

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Franklin Cassiano da Silva

Nasceu em Corumbá-MT (hoje MS), em 1º de maio de 1891, tendo por pais Luís Cassiano da Silva e Ana Luíza Bastos da Silva.

Tendo ficado órfão, ele e dois irmãos foram morar com o tio, Major André Avelino de Oliveira Bastos, que os criou.

Mais tarde, Franklin veio de Corumbá para Cuiabá, a convite de Luís Pereira Cuiabano, que o acolheu como filho. Estudou no Liceu Cuiabano.

Formou-se em Direito, mas seu pendor literário se expressou na juventude, através de líricas poesias. Foi autor de diversas peças teatrais, tendo sido a primeira delas escrita em parceria com Philogonio de Paula Corrêa, intitulada Progresso na zona, em 1918, seguida de Cá entre nós; Quero ir lá pro mato; Maneco Cuiabano; Nhô Chico; Cuiabá por dentro; Baile na Goiabeira.

Além da poética e do teatro, dedicou-se ao jornalismo, tendo colaborado nos periódicos A Imprensa, O Mato Grosso, A Violeta, O Revérbero, O Jornal, O Correio do Estado e O Democrata.

Em diversas produções, utilizou o pseudônimo Herodes de Souza.

No magistério, iniciou como professor primário, adjunto na Escola Modelo Barão de Melgaço. Pelos seus méritos, foi elevado a auxiliar da Diretoria do mesmo estabelecimento de ensino.

Dirigiu o Grupo Escolar “Senador Azeredo”, tendo lecionado também Pedagogia e Psicologia, na Escola Normal Pedro Celestino, e Psicologia e Lógica, no Curso Complementar, anexo ao Liceu Cuiabano.

Segundo informações de Valdon Varjão (RAML, 1996), Franklin Cassiano da Silva deixou inédita a obra Subsídio para o estudo de dialectologia em Mato Grosso, inserida no campo da Filologia.

Faleceu em Cuiabá, no dia 9 de junho de 1940.

 

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Ulisses Cuiabano

Nasceu em Cuiabá, aos 4 de agosto de 1891, descendendo de João Luís Pereira e Maria Luíza Cuiabano.

Dedicou-se ao magistério, havendo lecionado em estabelecimentos escolares de Cuiabá e de Rosário Oeste. Integrou os quadros docentes do Liceu Cuiabano e da Escola Normal Pedro Celestino.

Seu pendor pelo magistério levou-o a dirigir dois importantes grupos escolares, o Senador Azeredo, no bairro do Porto, em Cuiabá, e o de Rosário Oeste.

No campo literário suas produções foram veiculadas em diversos periódicos de Mato Grosso: Correio do Estado, A Reação, A Cruz, O Neófito, O Estado de Mato Grosso, A Violeta e Pindorama, além dos artigos estampados nas revistas do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e na do Centro e da Academia Mato-Grossense de Letras.

Presidente e fundador da Sociedade de Folclore Mato-Grossense, foi convidado a dirigir o Departamento de Educação e Cultura do Estado de Mato Grosso.

Tendo se transferido para Santo Antônio do Rio Abaixo (hoje Santo Antônio de Leverger), passou, temporariamente, de sócio efetivo, a correspondente da Academia Mato-Grossense de Letras, na qual, à época, só podia pertencer efetivamente quem residisse na capital. Retornando a Cuiabá, candidatou-se novamente, vindo a ocupar a Cadeira n° 16.

Faleceu em Cuiabá, no dia 3 de janeiro de 1951.

Bibliografia

Deixou publicadas as obras:

  • Cipreste (1922);
  • Os Bacuraus (1923);
  • Pedro Trouy e sua obra poética (1929);
  • No álbum de Verinha (1939);
  • Meu amado Brasil (1944);
  • Velho Farol (1948),

dentre outras.

 

 

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Padre Wanir Delfino César

Nasceu em Cuiabá, no dia 26 de agosto de 1922. Seus estudos iniciais foram realizados em sua cidade natal, junto ao Ginásio do Liceu Salesiano São Gonçalo. Em 1942 concluiu o curso pré-jurídico, no Colégio Estadual.

Seus estudos superiores foram finalizados junto ao Estudantado Filosófico São Joaquim de Lorena-SP. Em 1952, matriculou-se na Faculdade de Teologia (PUC-SP), onde concluiu seus estudos.

Exerceu o magistério junto aos Ginásios Salesianos de Pindamonhangaba, Lins, Tupã e Lorena, todos em São Paulo. Seu retorno a Cuiabá foi marcado no campo das comunicações, ao tornar-se diretor da Rádio Cultura de Cuiabá.

De 1941 a 1943, foi funcionário do IPASE e IAPI.

Quando da eleição para a Diretoria da Academia Mato-Grossense de Letras, gestão 1962-67, assumiu, ao lado do Presidente foi António de Arruda, o cargo de Vice-Presidente. O Presidente eleito, por questão profissional, ausentou-se de Cuiabá, ficando a presidência a cargo do Pe. Wanir Delfino César, que administrou a instituição naquela período de vacância, tendo sido reconduzido ao cargo, por eleição, entre os anos de 1969 e 1973.

Faleceu em Cuiabá-MT, no ano de 1972.

Bibliografia

Deixou publicadas:

  • Canção de Peregrino,
  • Dilectus Deo et hominibu,
  • Primavera eterna,
  • Versos e reversos do coração,
  • Uma estrela do nosso romantismo,
  • Catedral de São Paulo,
  • D. Aquino, o príncipe da Igreja e Poesias.

 

 

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Joaquim Augusto Alves Bastos

Nasceu em Cuiabá, aos 9 de setembro de 1900, descendendo do Marechal Celestino Alves Bastos e de Inês Dutra Bastos.

Seus primeiros estudos foram realizados em sua terra natal, indo mais tarde para o Rio de Janeiro, a fim de ingressar na Escola Militar.

Em 1932 participou ativamente da Revolução Constitucionalista, após a qual se exilou em Buenos Aires. Lá, escreveu o livro Palmo a Palmo, uma referência de memória desse importante momento político brasileiro, obra que se tornou clássica.

Comandou o Forte de Copacabana, o Regimento de Artilharia e a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais no Rio de Janeiro; comandou o Exército em vários Estados brasileiros, a exemplo do III Exército de Porto Alegre - RS.

No golpe de 1964, comandou o IV Exército brasileiro na Bahia, Maranhão e Fernando de Noronha.

Escreveu uma autobiografia Encontro com o Tempo, avaliando criticamente os diversos e contraditórios momentos políticos vivenciados pelo Brasil.

 

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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