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Pedro Rocha Jucá

Biografia

Nasceu na cidade do Crato-CE, aos 12 de maio de 1941, descendendo de Lauro Jocé de Souza e Maria Felicidade Rocha Jucá. Segundo o Dr. Luiz Alves Corrêa, no prefácio da obra Da Linguagem Cuiabana (2007), ampliando ainda mais o conhecimento sobre Jucá, esclareceu: “[...] com ascendência portuguesa nas suas raízes familiares no Cariri (Rocha, Figueiredo, Maia, Macedo e outras que se fixaram ao redor do Engenho Santa Teresa, os chamados ‘Terésios’, os primeiros que povoaram a Capitania do Ceará), e nos Inhamuns (Feitosa, Freire, Castro, e Jucá - uma homenagem aos índios da região, entre outras)”.

Bacharel em Direito e em licenciado em Pedagogia.

Do Ceará, migrou para Mato Grosso, residindo inicialmente em Corumbá, onde chegou no ano de 1959 e ali fundou o Centro dos Estudantes Secundários de Corumbá. Nesse mesmo ano, mudou-se para Cuiabá, terra que escolheu para viver e constituir família.

Jornalista por vocação, iniciou nessa área quando contava apenas 16 anos, fundando o jornal estudantil A Voz da Mocidade, e, ao lado de um grupo de jovens estudantes do Colégio Salesiano de Crato, feito circular O Ideal, periódico estudantil.

Colaborou junto aos jornais O Momento, Folha da Tarde. Contando com apenas 20 anos de idade, dirigiu, por 25 anos, o jornal O Estado de Mato Grosso. Foi também colaborador do jornal O Combate, órgão da União Democrática Nacional.

Ao lado do jornalista Eugênio de Carvalho, atuou na implantação da Rexpress (Brapress), primeira agência de notícias de Mato Grosso.

Entre 1961 e 1972, foi correspondente do jornal O Estado de São Paulo, e na mesma condição da revista Visão.

Integrou a equipe de fundadores do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Mato Grosso, presidindo a instituição por nove anos.
Na administração pública, ocupou o cargo de Secretário Municipal de Cultura de Cuiabá, tendo realizado uma gestão profícua.

Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, visto ser também historiador; da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso, tendo sido seu primeiro Presidente.

Membro correspondente da Academia Brasileira Maçônica de Letras.

O Acadêmico Pedro Rocha Jucá foi um dos primeiros jornalistas e escritores a apostar na informática, vindo a manter o site – Varanda Cuiabana, diariamente atualizado e que ofereceu relevantes informações relativas ao passado e presente de Mato Grosso. Esse site esteve aberto a críticas e informações suplementares dos leitores. Com base nessa experiência, ela apostou no livro virtual, hoje acessível a um grande público.

Seus esforços e contribuições foram reconhecidos pelos inúmeros títulos e insígnias que recebeu.

Bibliografia

Pesquisador de renome e profundidade, publicou:

  • A Imprensa Oficial em Mato Grosso. Cuiabá: Imprensa Oficial do Estado de Mato Grosso, 1986
  • Personalidades da História de Mato Grosso, 1987
  • Os Símbolos Oficiais de Cuiabá, 1990
  • Os Símbolos Oficiais do Estado de Mato Grosso, 1994
  • Exemplo e Palavra de Jornalista, 199
  • Júlio Müller, Um Grande Estadista. Cuiabá, 1998
  • Diário Histórico de Mato Grosso, 2002 (Livro virtual)
  • Os Jucás dos Inhamuns, 2002 (Livro virtual)
  • Mato Grosso de hoje e sempre – I, 2003 (Livro virtual)
  • Mato Grosso de hoje e sempre – II, 2004 (Livro virtual)
  • Mato Grosso de hoje e sempre – III, 2005 (Livro virtual)
  • Da Linguagem Cuiabana, 2008
  • Imprensa Oficial de Mato Grosso – 170 Anos de História, 2009.

 

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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