logo-academia-site
logo-academia02
  • Slide 03
  • Slide 02
  • Slide 01
  • Slide 04

ernesto-pereira-borges

Ernesto Pereira Borges

Biografia

Nasceu em Cuiabá-MT, aos 18 de agosto de 1910.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Promotor Público, Consultor Jurídico, Procurador Geral do Estado, Juiz de Direito de Nioaque, Rosário Oeste, Miranda, Aquidauana, Capital e Campo Grande.

Dirigiu a Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral, tendo sido também membro do Conselho Penitenciário, Presidente da Delegação da Associação dos Magistrados Brasileiros, Desembargador, Presidente do Tribunal de Justiça, Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, sócio fundador da OAB-MT (Seccional de Mato Grosso), 1º Secretário da Associação de Imprensa Mato-Grossense, membro da Comissão de Elaboração do Anteprojeto de Constituição do Estado.

Suas contribuições na OAB-MT foram muito significativas, tendo presidido essa Instituição, e, por muitos anos, represento-a junto ao Conselho Federal (1955-1969).

Quando o Acadêmico Roberto de Oliveira Campos tomou posse na cadeira nº 6, da Academia Mato-Grossense de Letras, assim se referiu ao seu antecessor: “Antes da magistratura, exerceu os cargos de Procurador Geral e Consultor Jurídico do Estado, Promotor de Justiça em várias Comarcas, até ser nomeado Secretário do Interior, Justiça e Finanças no Governo Ponce de Arruda. Lendo o discurso de posse de Ernesto Pereira Borges verifico de imediato duas afinidades. Refere-se ele com admiração às teses de Santiago Dantas, contrárias ao positivismo jurídico, em nome do humanismo. É que o positivismo jurídico, ao relativizar completamente o Direito, se torna uma expressão integral do anti-humanismo”, (Campos, Discurso de posse AML, 1995).

Colaborou em diversos jornais do Estado: O Mato Grosso, A Cruz, O Estado de Mato Grosso, O Correio da Semana, Jornal do Sul (Aquidauana), Correio do Sul (Campo Grande), Folha do Povo (Ponta Porã), Jornal de Assis (Assis-SP) e a Ordem (Distrito Federal).

Fundou e dirigiu a Revista Eleitoral e publicou a Revista Jurídica Anais Forenses, O Direito Aplicado, Conceito de Esbulho na Ação Possessória, Humanismo na Literatura, Competência Constitucional dos Estados, Desquite por Abandono de Lar. (Mendonça, Rubens. Dicionário Biográfico de Mato Grosso – verbete Borges, Ernesto Pereira)

 

 

louremberg

Lourembergue Alves

Biografia

Nasceu em Alto Paraguai-MT, aos 18 de julho de 1957.

Graduado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso.

Mestre em História pela Universidade de Cuiabá - Unic, concluindo em 2002, com a dissertação A Educação Pública Mato-grossense de 1º e 2º Graus: 1964/1985.

Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior, pela Unic (1996-1997), defendeu a monografia Processo de democratização do ensino secundário no estado de Mato Grosso: 1942 - 1960.

Atuou como docente junto à Universidade de Cuiabá - Unic

Escreve sobre política e analisa a política contemporânea de Mato Grosso, junto à imprensa falada, escrita e televisada. Lecionou na UFMT e hoje leciona Historia na Universidade de Cuiabá-Unic.

Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, na categoria de sócio efetivo, tendo assumido a Vice-Presidência da instituição na gestão 2000-2002.

Participou e venceu concursos de monografias, a exemplo de Generoso Ponce –o condutor da massas (1991) e Dr. Arnaldo – o último cruzado (1993), ambos promovidos pela Fundação Júlio Campos.

 

Bibliografia

Livros publicados/organizados ou edições

  • O último cruzado de nossa colonização. São Paulo: Scortecci, 2004.
  • Caetanada: violência e luta armada como estratégia de obtenção e manutenção de poder. São Paulo: Scortecci, 2002.
  • O rádio no tempo da radionovela. Cuiabá: EdUFMT, 1999.

 

roberto-de-oliveira-campos

Roberto de Oliveira Campos

Biografia

Nasceu em Cuiabá-MT, aos 17 de abril de 1917.

Formou-se em Economia pela tradicional Universidade de Harvard, Columbia e George Washington University.

Ocupou a cadeira n° 6 da Academia Mato-Grossense de Letras, tomando posse em 15 de setembro de 1995.

Foi teólogo, professor de Latim, Gramática Histórica e Astronomia em Batatais-SP. Aprovado em concurso público para o Itamaraty, decidiu ser diplomata, tendo se tornado mundialmente conhecido e admirado como embaixador do Brasil nos Estados Unidos e na Inglaterra.

Presidiu o BNDE e ocupou o cargo de Ministro do Planejamento (1964/67). Criou o Banco Nacional de Habitação, trabalhou para criação do Banco Central e elaboração do Estatuto da Terra, tendo também dirigido e presidido empresas na área privada.

Considerado um dos principais exponenciais da economia brasileira nos anos 1960/70.

Na política, elegeu-se Senador por Mato Grosso, em 1982, e depois Deputado Federal, pelo Rio de Janeiro.

Faleceu no Rio de Janeiro-RJ, aos 9 de outubro de 2001.

Bibliografia

Sua produção intelectual foi farta e brilhante:

  • Economia, planejamento e nacionalismo (1963);
  • Ensaios de história econômica e sociologia (1964);
  • A moeda, o governo e o tempo (1964);
  • Política econômica e mitos políticos (1965);
  • A técnica e o riso (1967);
  • Reflections on Latin American Development - University of Texas Press (1967);
  • Do outro lado da cerca (1968);
  • Ensaios contra a maré (1969);
  • Temas e sistemas (1970);
  • Função da empresa privada (1971);
  • O mundo que vejo e não desejo (1976);
  • Além do cotidiano (1985);
  • Ensaios Imprudentes (1987);
  • Guia para os perplexos (1988);
  • O século esquisito (1990);
  • Reflexões do crepúsculo (1991);
  • A lanterna na popa (Memórias, 1994);
  • Antologia do bom senso (1996); e
  • Na virada do milênio (Ensaios, 1998).

 

 

Últimas Fotos

Show de Samba na Varanda da AML
A Academia Mato-grossense de Letras recebeu mais de 300 convidados para o show de música popular brasileira.

 

Novos Acadêmicos
Jantar em comemoração a eleição dos quatro novos acadêmicos que assumirão as cadeiras vagas da AML.

titulo historia em imagens

jose-de-mesquita

José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

blog-pedro-juca