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Rubens de Mendonça

Nasceu em Cuiabá-MT, aos 27 de julho de 1915, descendendo de Estevão de Mendonça e de Etelvina Caldas de Mendonça.

Seus estudos iniciais foram realizados junto ao Grupo Escolar Barão de Melgaço, tendo Tereza Lobo de Queiroz, educadora de escol, como primeira professora.

Foi um dos grandes expoentes da literatura e poesia modernas, colaborando também e de forma expressiva para a historiografia mato-grossense.

Como jornalista, contribuiu nos periódicos: Correio da Semana, A Batalha, O Social Democrata, O Estado de Mato Grosso, Correio da Imprensa e o Diário de Cuiabá. Nesse último, escreveu, por longos anos, artigos na coluna Sermão aos Peixes, sobre os costumes e personalidades regionais.

Pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, instituição que lhe concedeu o título de Secretário Perpétuo, graças a sua brilhante atuação. Seu nome foi atribuído a uma das mais importantes vias públicas de Cuiabá, que demanda ao Centro Político Administrativo, que passou a intitular Avenida Historiador Rubens de Mendonça.

Após seu falecimento, aos 3 de agosto de 1983, a família doou, ao Arquivo da Casa Barão de Melgaço, papéis, escritos e fotografias acumulados por Rubens de Mendonça e por seu pai Estevão de Mendonça. Nesse dossiê foram encontrados títulos inéditos que oportunamente serão publicados, com o consentimento da família.

Bibliografia

Publicou quase meia centena de títulos, dos quais destacamos:

  • A Espada que Unificou a Pátria (1966);
  • A História do Comércio de Mato Grosso (1974);
  • A Presença de Estevão de Mendonça (1959);
  • Álbum Comemorativo do 1º Congresso Eucarístico de Cuiabá (1952);
  • Álvares de Azevedo, o romântico satanista (1941); 
  • Antologia Borôro (1946);
  • Bibliografia Mato-Grossense (1975);
  • Bilac - O Poeta da Pátria (1965);
  • Cascalhos da Ilusão (1944);
  • Dicionário Biográfico Mato-grossense (1953);
  • Discurso de Posse do Acadêmico Rubens de Mendonça (1946);
  • Dom Por do Sol (1954);
  • Estórias que o povo conta: folclore mato-grossense (1967);
  • Evolução do Ensino em Mato Grosso (1977);
  • Gabriel Getúlio Monteiro de Mendonça (1949); 
  • História da Literatura Mato-Grossense (1970);
  • História de Mato Grosso (1981);
  • História do Jornalismo em Mato Grosso (1963);
  • História do Poder Legislativo de Mato Grosso. v. 1 e 2 (1967);
  • História das Revoluções em Mato Grosso (1970);
  • Igrejas e Sobrados de Cuiabá (1978);
  • Nos Bastidores da História Mato-Grossense  (1983);
  • O Humorismo na Política Mato-Grossense (1976);
  • O Tigre de Cuiabá (1966);
  • Os Mendonças de Mato Grosso (1945);
  • Roteiro Histórico e Sentimental da Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá (1975);
  • Ruas de Cuiabá (1972);
  • Sagas e Crendices de Minha Terra Natal (1969);
  • Sátira na Política de Mato Grosso (1978),

além de muitas outras.

 

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Octayde Jorge da Silva

Nasceu em Cuiabá-MT, no dia 3 de fevereiro de 1926, descendendo de Octário Cassiano da Silva e Alayde Jorge da Silva.

Seus estudos iniciais foram realizados em Cuiabá, junto ao tradicional Grupo Escolar Barão de Melgaço, onde fez o ensino fundamental. O médio, no Liceu Cuiabano.

De Cuiabá, foi para Porto Alegre-RS, fez os preparatórios, ingressando na Academia Militar de Agulhas Negras. Aperfeiçoou-se na ADESG.

Na carreira militar, atuou junto à Escola Regimental do 18º RI, em Porto Alegre, instituição que chegou a dirigir. Comandou o 16º Batalhão de Caçadores, em Cuiabá, e o 2º Batalhão de Fronteira, em Cáceres.

Ocupou o cargo de Delegado do Imposto de Renda de Mato Grosso. Declinou do cargo ao ser convidado a assumir a Secretaria Estadual de Educação e Cultura.

Foi agraciado com diversas comendas outorgadas em reconhecimento ao seu trabalho junto ao Exército Brasileiro, MEC e à UFMT. Recebeu Diploma e Medalha da Ordem do Mérito de Mato Grosso, grau Comendador; Medalha “Nilo Peçanha”, oferecida pelo MEC, dentre outras insígnias. Participou de inúmeras instituições, tendo sido membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso e do Conselho Estadual de Educação.

Em reconhecimento aos anos de efetivo e dedicado trabalho junto ao atual Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, o campus de Cuiabá leva o seu nome.

Faleceu em Cuiabá-MT, aos 18 de janeiro de 1991, aos 65 anos.

Bibliografia

Sua produção literária é vasta e rica, seja pelos artigos publicados em diversos jornais e revistas, mas também pelos livros, sendo o mais conhecido Um estudo de História de Mato Grosso (1983), que serviu de apoio nos estudos históricos de Mato Grosso na Escola Técnica Federal de Mato Grosso e no ensino público.

 

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Leopoldino Marques do Amaral

Nasceu em Poconé-MT, em 1º de novembro de 1943, filho de Augusto Marques do Amaral e Domitila Maria Modesto do Amaral.

Formado em diversos cursos superiores - de Filosofia Pura, de Letras e Direito, com especialização em Direito Administrativo e Direito do Trabalho aplicado ao Magistério.

Exerceu o magistério na Escola Agrícola São Vicente e Colégio Dom Bosco (Campo Grande), Ginásio Pe. Carletti (Alto Araguaia), Colégio Estadual de Mato Grosso, na Universidade Federal de Mato Grosso, no Curso Objetivo, Curso Galeno, na Escola Superior da Magistratura de Cuiabá e Escola Superior do Ministério Público, em Cuiabá. Coordenou a Escola Superior da Magistratura.

Ocupou os seguintes cargos: Diretor Regional do Sesc e Senac de Mato Grosso; Gerente Geral da Empresa Rápido Noroeste, Subprocurador da Prefeitura Municipal de Cuiabá, Assessor Jurídico da Câmara Municipal de Cuiabá, Advogado do Sindicato dos Garçons de Cuiabá, dentre outros cargos.

Construiu o Sesc em Campo Grande-MS e iniciou a construção do Senac de Cuiabá, terminado pelo Dr. Simão Aureliano de Barros Filho.

Como Magistrado, atuou como Juiz em diversas comarcas no interior: Barra do Bugres, Rosário Oeste, Diamantino, Arenápolis, Nortelândia, Porto dos Gaúchos, tendo também coordenado o Juizado Especial de Pequenas Causas de Cuiabá. Foi agraciado com o título de Presidente de Honra da Associação dos Servidores da Justiça do Estado de Mato Grosso. Como jurista, exerceu o cargo de vice-presidente da Comissão de Reforma do Código de Processo Civil do Ministério da Justiça – Brasília-DF.

Morreu tragicamente em Concepcion-Paraguai, no dia 7 de setembro de 1999.

Bibliografia

Sua obra literária é vasta, estampada em periódicos regionais e nacionais.

Em livro:

  • Ser Juiz;
  • Racionalização dos Serviços Judiciários (em co-autoria);
  • Poder Judiciário: críticas e novas perspectivas;
  • Justiça, mostra a sua cara.

 

 

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José Cidalino Carrara

Nasceu na cidade paulista de Presidente Prudente-SP, aos 10 dias do mês de junho de 1943. Filho de Luiz Carrara e Antônia Leite Carrara.

Formado em Letras, Direito e Jornalismo em de São Paulo, onde iniciou sua carreira, colaborou no tradicional jornal O Estado de São Paulo (Estadão)

Exerceu as seguintes funções: Mestre de Cerimônias e Secretário de Comunicação da Prefeitura Municipal de Cuiabá; Radialista da Rádio Comercial AM, de Presidente Prudente-SP; Secretário de Comunicação da Prefeitura Municipal de Cuiabá; Assessor de Cerimonial da Universidade de Cuiabá – UNIC; Assessor de Cerimonial da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT; Assessor de Imprensa do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso; Assessor e Mestre do Cerimonial do Governo do Estado de Mato Grosso, por treze anos; Coordenador de Comunicação do Governo do Estado de Mato Grosso; Assessor de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça de Mato Grosso; Diretor de Jornalismo da Rede Mundial de Rádio e TV; Apresentador dos canais 20 e 27 de TV, em Cuiabá; Apresentador de jornal na TV Bandeirantes e na Rádio Difusora; Diretor de Jornalismo e apresentador de programas na Rede Mundial de Rádio no programa Verdade, da TV Rondon; Professor na Universidade de Cuiabá – Unic, no Instituto Cuiabano de Educação - ICE e no Instituto Várzea-Grandense de Educação – IVE, tendo sido, nessa última, fundador da Faculdade de Jornalismo.
Fundadiy e Dirigiu as Faculdades de Comunicação em Jornalismo, Direito e Pedagogia do Instituto Varzea-Grandense de Educação – IVE.
Atuou como Mediador do 1º Debate Eleitoral com os candidatos a prefeito de Várzea Grande. O evento foi realizado no dia 19 de agosto de 2010, promovido pelo jornal e site Várzea Grande Notícias, em parceria com o Várzea Grande Tênis Clube.

Pelos seus méritos, recebeu as seguintes insígnias:

- Cidadão Mato-Grossense, outorgado pela Assembleia Legislativa do Estado
- Medalha do Mérito do Poder Judiciário, outorgada pelo Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso
- Medalha de Comunicação, conferida pelo Instituto Latino-Americano de Educação e Comunicação e Medalha do Mérito Marechal Rondon.

Bibliografia

Prefaciou as seguintes obras: A Justiça é a Esperança, do Juiz de Direito Abel Balbino Guimarães; Fragmentos da Realidade, do professor Noel Alves Constantino ; Pantanal um pedaço do Brasil, de José Achilles Tenuta; Passos de um missionário, de José Ferreira de Freitas; Opinião - texto publicado no livro Trancas e Tramelas, Contos do Cerrado e Pantanal Mato-Grossense, de Moisés Mendes Martins Júnior.

Publicou Inúmeros artigos sobre política e educação, em diversos periódicos, e em livro: Conflito entre o Poder Judiciário e a Imprensa; Cerimonial e Cerimônias - Manual Prático e Comunicação Jurídica.

 

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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