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Com dois prêmios nacionais, poeta cuiabano lança livro na Academia Mato-Grossense de Letras

Com apenas vinte e um anos, ele já publicou três livros, ganhou dois prêmios nacionais de poesia, recebeu uma crítica elogiosa de um doutor em literatura contemporânea da Universidade de São Paulo e parte em setembro para estudar na Universidade de Heidelberg, na Alemanha, por onde já passaram 55 ganhadores do prêmio Nobel. Isto é apenas um trecho do curriculo do cuiabano Matheus Jacob Barreto.

Image00003O lançamento aconteceu dia 29 de julho de 2014, na Academia Mato-Grossense de Letras.

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 Para aqueles que ainda não conhecem o trabalho de Matheus, o poeta, que atualmente cursa letras na USP, voltou à sua terra natal para lançar a segunda edição de seu terceiro livro, chamado “É”. Publicado pela Editora Scortecci, o livro aborda o cotidiano, as coisas “palpáveis” da vida. “É um trabalho sobre coisas diárias, palpáveis, simples. É uma forma de tirar as coisas mais importantes das pessoas de forma compreensível e acessível”, disse Jacob.

Humilde, o jovem poeta explica que é através da simplicidade que se chega ao essencial. “E talvez alcançar a simplicidade na literatura seja uma das coisas mais difíceis”, ponderou. Depois de já ter lançado seu livro em São Paulo, Matheus decidiu lançar a segunda edição em Cuiabá por ser “diferente”. “É inegavelmente outra coisa lançar um livro na cidade onde você nasceu. Por ter todas as pessoas com quem você cresceu, sua família e amigos, é melhor lançar o livro aqui em Cuiabá do que em quatro outras cidades”, disse.

O lançamento aconteceu dia 29 de julho de 2014, na Academia Mato-Grossense de Letras. “Lançar o livro na academia de letras também tem um peso grande. Por conta de toda a história que nós temos aqui e também em Mato Grosso”.

Matheus ainda expressa sua admiração por Ricardo Guilherme Dicke, um dos mais importantes artistas mato-grossenses. “Pra se ter uma noção, a Hilda Hilst dedicou um dos livros dela ao Dicke. Ele usava a linguagem de forma muito original, de um jeito inventivo que trabalhava a seu favor”, disse Matheus.

Sobre seus prêmios, Matheus disse que isto não muda a qualidade da escrita. “Os prêmios, ensaios e críticas são mais para os leitores do que pra quem realmente escreve. É uma forma de atrair o público, chamar a atenção para determinada obra, mas isso não quer dizer que seu trabalho vai automaticamente ser bom ou ruim”.

No prefácio do livro “É”, está o artigo do professor Nelson Luís Barbosa, doutor em Letras pelo Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). No texto, o acadêmico compara Matheus a grandes poetas, a exemplo de Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Manoel Bandeira e João Cabral de Melo Neto.

 

[ Fonte: http://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/imprime.asp?id=5258&iframe=true&width=525&height=520 ]  - Stéfanie Medeiros

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José de Mesquita

Esse é José de Mesquita, fundador da Academia Mato-Grossenses de Letras. Mesquita era filho do jurista, abolicionista de mesmo nome. Foi desembargador e dirigiu o Tribunal de Mato Grosso por 10 anos, assim como a própria AML por 40 anos. Com uma produção surpreendente, correspondeu-se com outras instituições culturais e academias de letras pelo Brasil.

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